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Herança de craque: os herdeiros de lendas que prometem brilhar na Copa de 2026

De Erling Haaland a Luca Zidane, confira os 'nepo babies' do futebol que buscam repetir o sucesso de seus pais no maior palco das seleções mundiais.

·sáb., 04 de jul.·Editoria Nexa Esportes

A Copa do Mundo de 2026, que será sediada por Estados Unidos, México e Canadá, promete ser um evento marcado pelo encontro entre gerações. Entre os astros que devem desfilar nos gramados da América do Norte, um grupo específico chama a atenção: os filhos de lendas do esporte. Esses atletas, muitas vezes rotulados como 'nepo babies', carregam o desafio de honrar sobrenomes que já brilharam no topo do pódio do futebol mundial.

Estrelas no ataque e o peso do sobrenome

O nome de maior impacto nesta lista é, sem dúvida, Erling Haaland. O centroavante norueguês, considerado um dos melhores finalizadores da atualidade, terá a chance de disputar o torneio nos Estados Unidos, país onde seu pai, Alf-Inge Haaland, defendeu a Noruega na Copa de 1994. Curiosamente, Erling sequer havia nascido quando o pai pisou nos gramados americanos para o Mundial.

Outro destaque ofensivo é Marcus Thuram. Atacante da seleção francesa, ele é herdeiro direto de Lilian Thuram, um dos maiores defensores da história e peça fundamental no título da França em 1998. Marcus tenta agora conquistar o troféu que seu pai levantou há quase três décadas, mantendo a linhagem vitoriosa dos 'Bleus' em evidência.

DNA argentino e sul-coreano no meio e defesa

A Argentina, atual campeã mundial, também apresenta seus representantes desta nova linhagem. No meio-campo, Giuliano Simeone carrega a intensidade característica de seu pai, Diego Simeone — ídolo da 'Albiceleste' com três Copas no currículo. Ao lado dele, Nico Paz surge como uma jovem promessa, seguindo os passos de Pablo Paz, zagueiro que integrou o elenco argentino na Copa de 1998, na França.

As conexões históricas cruzam oceanos e chegam à Ásia. Lee Tae-Seok defenderá a Coreia do Sul, na tentativa de repetir a trajetória de sucesso do pai, Lee Eul-Young. O veterano foi um dos pilares da histórica campanha sul-coreana em 2002, quando a equipe surpreendeu o mundo ao alcançar as semifinais do torneio.

Uma nova identidade na meta

Entre as traves, o caso de Luca Zidane é um dos mais curiosos. Filho do lendário camisa 10 da França, Zinedine Zidane, o goleiro optou por um caminho diferente do pai. Nascido no ano do primeiro título mundial francês, Luca defenderá a seleção da Argélia. Enquanto seu pai se tornou imortal ao marcar dois gols na final de 1998 contra o Brasil, o herdeiro busca consolidar sua própria carreira sob as traves, mantendo o legado da família Zidane vivo em uma nova seleção.

Com a aproximação do Mundial de 2026, a pressão sobre esses atletas naturalmente aumenta. No entanto, o talento demonstrado até aqui sugere que eles não estão ali apenas pelo nome na camisa, mas por méritos próprios, prontos para escreverem seus capítulos inéditos na história das Copas do Mundo.

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Matéria produzida pela redação automatizada do Nexa Esportes com base em apurações públicas (referência: CNN Brasil).

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